segunda-feira, 7 de janeiro de 2013



O Que É a Ingratidão?

Ser ingrato tem a ver com ser humanista, porque o humanista atribui suas vitórias a ele mesmo, e não a Deus. O ingrato não reconhece que, sem Deus, ele(ela) talvez não estivesse nem vivo.

A ingratidão também tem a ver com idolatria. Geralmente as pessoas ingratas tem dois comportamentos extremos:

"amam” a ponto de idolatrarem a pessoa “amada”, e quando descobrem os defeitos (naturais) da pessoa, passam a desprezar e se tornam totalmente ingratos.

O ingrato esquece com muita facilidade… não as coisas ruins, mas esquece as coisas boas que fizeram por ele(ela).

O ingrato vive no “seu mundo”, busca apenas os seus próprios interesses. É um tipo de pessoa que se torna cega (cego) para o amor (e doação) de quem está ao lado.

Outra característica da personalidade do ingrato é a desobediência que leva a rebeldia… e a infidelidade.

Como o ingrato acha que sabe das coisas, ele (ela) não ouve a mais ninguém, não aceita conselho de ninguém, não considera ninguém capaz de liderá-lo(a) ou de aconselha-lo(a), o ingrato finge aceitar, mas na verdade, ele(a) não aceita se submeter a autoridade, porque ele(a) realmente acredita que sabe o que é bom para si.

A ingratidão também tem a ver com a “falta de educação”. Podemos ser “treinados” desde a infância a ter um comportamento grato, isso ocorre no processo de educação de uma criança. Quando ensinamos uma criança a dizer “obrigado” para as pessoas que lhe servem, ou lhe ajudam, estamos lhe ensinando a ser grata(o). Isso faz parte da educação.

Mas não é apenas a educação, a “etiqueta”, o “protocolo”, o “ser formal”, que gera a gratidão. A gratidão tem que partir do nosso coração, e não apenas ser da boca para fora.

 Quem está ao lado (convive) com o ingrato(a) sempre sofre.

O único que não sofreu quando conviveu com um ingrato foi Jesus.

Judas é o perfeito estereótipo do “ingrato”, ele foi salvo por Jesus, amado, cuidado pelo Mestre (que mesmo sabendo que Judas era um ingrato, lavou seus pés)… mas (Judas) não reconheceu, ele foi ingrato, infiel e traidor.

 Mesmo assim, Jesus nunca o rejeitou…

Jesus tinha uma (entre muitas) característica: Ele não se iludia em relação as pessoas… Ele não gerava expectativas. Ele não fantasiava ou idolatrava.

Ele ama sem se iludir.

É por isso que Jesus não sofreu quando Judas o traiu, porque ele já sabia quem era Judas, Ele já tinha visto a ingratidão no coração de Judas. Jesus sabia que não podia esperar nada dele, a não ser traição e ingratidão.

Jesus não se decepcionou com Judas, pelo contrário, Ele se preparou para ser traído. Ele já sabia com que tipo de pessoa estava lidando.

É claro que Jesus se entristeceu com a decisão de Judas, pois Jesus o amava, mas Ele não se deixou iludir, Ele não gerou expectativas.

A ilusão fere muito, isso acontece porque quando ela cai, tudo que foi fundado sobre ela, cai junto.

Isso serve para todas as áreas das nossas vidas, mas principalmente para os relacionamentos.

Muitos “Judas” vão aparecer nas nossas vidas… faz parte. Mas nós teremos que aprender a lidar com cada um “deles”, e não deixar que eles destruam a nossa capacidade de amar e de acreditar no amor verdadeiro (e na mudança das pessoas).

 A verdadeira gratidão está ligada ao exercício de “se ver”.

Ela “brota”daí.

Observe, quando nos enxergamos, quando honestamente “nos vemos”, e, (sem medo da rejeição) percebemos quantas pessoas nos amam e não nos deixaram (mesmo sabendo de todos os nossos defeitos…) nasce em nosso coração uma profunda gratidão.

 Nós, seres humanos, somos assim: Quando percebemos as nossas limitações (quando nos enxergamos), temos medo que os outros também percebam (enxerguem) e nos rejeitem por causa delas.

Por isso, tentamos esconder das pessoas os nossos defeitos a todo custo. Mas isso não adianta.

Mais cedo ou mais tarde, as nossas limitações e defeitos (principalmente aqueles que tentamos a todo custo esconder das pessoas) vão aparecer.

Isso vai acontecer sem querer, na hora da raiva, do nervosismo… sem querer acaba aparecendo pra todo mundo.

 Isso de certa forma é bom, porque é nessa hora que saberemos a verdade sobre as pessoas ao nosso redor, é nessa hora que conheceremos o caráter de cada um que nos cerca, porque, se ao ver os seus defeitos, uma pessoa te abandonar, ela(e) está mostrando que não te ama de verdade, ou que não está disposta a te amar e te aceitar como você é.

Por isso, mesmo que tenhamos medo da rejeição, é melhor vencermos esse medo, e deixar que as pessoas nos conheçam de verdade. Assim diminuímos o risco de decepcionar e de sermos decepcionados.

Realmente dói muito a rejeição, mas dói bem menos quando não criamos raizes, quando ainda estamos no começo de um relacionamento… por isso temos que ser “o mais transparente possível” com as pessoas, para não geramos expectativas falsas e infundadas (defraudações).

Eu te garanto que a ingratidão dói muito mais que a rejeição (falo por experiência própria, pois já senti das duas), porque a ingratidão é a rejeição ”concentrada”, ou seja, podemos passar por uma rejeição, e não “rolar” ingratidão junto… mas sempre que rolar ingratidão, junto dela haverá rejeição. É sempre assim, porque o próprio ato de ser ingrato, é um ato de rejeitar.

É por isso que dói tanto quando alguém a quem nos dedicamos, se torna ingrato(a), age com ingratidão conosco, porque nos sentimos profundamente rejeitados e “des-amados”.

 Para mim, é um desafio lidar com a ingratidão de um modo geral, mas principalmente com as pessoas ingratas, aquelas que tem essa “natureza”. Acho que isso acontece porque sou grata… Tenho gratidão em meu coração… e por isso, acabo por gerar uma expectativa nas pessoas ao meu redor… não é fácil.

 O que tenho aprendido com o Senhor todos os dias da minha vida é o seguinte:

Faça para Ele.

Faça para Jesus.

Ele não tem um coração ingrato, sabe porquê?

Porque Ele não te rejeita.

 Jesus conhece a nossa motivação… Ele sabe quando agimos com amor, com zelo, com cuidado…

Ainda que as pessoas ao nosso redor nos “interpretem” errado, Jesus não. Ele sempre sabe “ler” a verdade em nossos corações.

 Tenha um coração grato.

 

 

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

O que diz a Bíblia sobre o consumo de bebidas alcoólicas/vinho?





Resposta:

 Vários versículos encorajam as pessoas a que se mantenham longe do álcool
 (Levítico 10:9; Números 6:3; Deuteronômio 14:26; 29:6; Juízes 13:4,7,14; I Samuel 1:15; Provérbios 20:1; 31:4,6; Isaías 5:11,22; 24:9; 28:7; 29:9; 56:12; Miquéias 2:11; Lucas 1:15).

Entretanto, as Escrituras não necessariamente proíbem que um cristão beba cerveja, vinho ou qualquer outra bebida alcoólica.

Aos cristãos se ordena que evitem a embriaguez (Efésios 5:18).
A Bíblia condena a embriaguez e seus efeitos (Provérbios 23:29-35).
Aos cristãos também se ordena que não permitam que seus corpos sejam “controlados” por coisa alguma (I Coríntios 6:12, II Pedro 2:19).
As Escrituras também proíbem que os cristãos façam qualquer coisa que possa ofender outros cristãos ou que possa encorajá-los a pecar contra sua consciência (I Coríntios 8:9-13).

À luz desses princípios, seria extremamente difícil para um cristão dizer que esteja consumindo bebidas alcoólicas e Glorificar a Deus (I Coríntios 10:31).

 Jesus transformou a água em vinho.

E em algumas ocasiões, muito provavelmente bebeu vinho (João 2:1-11; Mateus 26:29).

No tempo do Novo Testamento, a água não era muito limpa.

Sem as modernas conquistas no campo sanitário, a água era cheia de bactérias, vírus e todos os tipos de impurezas (o que ainda acontece na maioria dos países de terceiro mundo).

Como resultado, freqüentemente as pessoas bebiam vinho (ou suco de uva), pois era muito mais improvável que estas bebidas estivessem contaminadas.

Em I Timóteo 5:23, Paulo instruiu Timóteo a parar de beber água (que provavelmente estaria causando seus problemas estomacais) e ao invés, beber vinho.

 Na Bíblia, a palavra grega para vinho é a mais corriqueira.
 Naqueles dias, o vinho era fermentado, mas não tanto quanto hoje.
 É incorreto dizer que era suco de uva, mas também é incorreto dizer que era o mesmo vinho que usamos hoje em dia.
Repetindo, as Escrituras não necessariamente proíbem que os cristãos bebam cerveja, vinho ou qualquer outra bebida alcoólica.
O álcool em si não é pecaminoso. Mas é da bebedeira e do vício do álcool que o cristão deve se afastar (Efésios 5:18; I Coríntios 6:12).

Entretanto, na Bíblia há princípios que fazem difícil que se aceite que o consumo de bebidas alcoólicas pelo cristão, em qualquer quantidade, agrade a Deus.

1 Coríntios 10:31: “Quer comais, quer bebais, quer façais qualquer outra coisa, fazei todas as coisas para a glória de Deus.”

quarta-feira, 15 de agosto de 2012



Dentre as muitas histórias que se conhece a respeito de Napoleão, existe uma que é realmente impressionante.

Um jovem oficial do exército imperial tinha sido condenado à morte.
A mãe do soldado, derramando lágrimas aos pés do imperador, suplicou o perdão para o filho. Napoleão de pronto recusou alegando tratar-se de um reincidente, razão pela qual a justiça exigia a morte do réu.

Desesperada, a mãe, argumentando, disse-lhe:
-Eu não peço justiça para o meu filho, majestade. Eu peço misericórdia, senhor, misericórdia!
Replicou o monarca:
-Ele não merece misericórdia.
Ela porém insistiu dizendo:
-Eu sei, senhor. Se ele a merecesse, não seria misericórdia, seria justiça.

Tocando-lhe porém o coração essa verdade, Napoleão respondeu:

-Eu farei misericórdia.



 “Se observares, Senhor, a iniqüidade, quem subsistirá? Contigo, porém, está o perdão, para que te temam... espere Israel no Senhor, pois no Senhor há misericórdia; e nele, há copiosa redenção.” Sl 130.3, 4, 7.

 A obra de Cristo, consumada na cruz, satisfez plenamente a justiça de Deus. Ora, todo aquele que aceitá-la terá misericórdia e perdão.

 “Porque Cristo, quando nós ainda éramos fracos, morreu a seu tempo pelos ímpios. Dificilmente alguém morreria por um justo; pois poderá ser que pelo bom alguém se anime a morrer. Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco, pelo fato de ter Cristo morrido por nós sendo nós ainda pecadores.” Rm 5.6-8.


quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Porque uns nascem ...Cegos,Deficientes,pobres e outros não?

 

Quem nunca parou para pensar nestas questões? Talvez você mesmo já tenha pensado por que uns nascem aleijados e outros com saúde, uns nascem inteligentes e outros com problemas mentais, uns pobres e outros ricos? Por que tantas desigualdades? Não é isto uma tremenda injustiça?
Estas perguntas tem feito parte do pensamento do homem a muito tempo sem contudo achar uma explicação satisfatória às mesmas. Enquanto a humanidade sofre diariamente seus efeitos dolorosos, parece que os espíritas acharam uma explicação satisfatória para todas elas.

A Solução enganosa do Espiritismo

Para o espiritismo todas as mazelas e vicissitudes da vida encontram a explicação em uma só palavra - reencarnação. As perguntas acima já levaram muitas pessoas a ingressarem no Kardecismo por julgar a resposta espírita a mais satisfatória de todas. De fato, para os espíritas, tudo funciona segundo uma lei, a lei de causa e efeito. A doutrina espírita frisa que todo pecado cometido é uma divida contraída que deve ser paga numa ou em várias reencarnações. Assim sendo, as pessoas que passam por estes problemas não devem fazer nada além de esperar por mais reencarnações até que por fim será purgada de suas faltas que foram contraídas em vidas passadas. Destarte, o consolo do espiritismo consiste apenas em adiar os problemas do ser humano. Além de que a ajuda que outros fossem prestar para sanar a dor do sofrimento alheio estaria indo contra essa suposta justiça de Deus.

RESPOSTAS SENSATAS

Não é preciso recorrer á reencarnação para encontrarmos respostas para as questões do sofrimento e desigualdades entre os seres humanos. Os fatos nos falam de maneira inequívoca:
" Por que uns nascem pobres?
Ora, todos sabemos que isto depende da condição social em que se encontra a família. Se as explicações são as faltas na vida pregressa da pessoa, sendo que em outra vida ela foi uma pessoa rica egoísta e usou mal seu dinheiro e por isso agora nasceu pobre para pagar este karma adquirido, então perguntamos: que explicação dar à vida de Cristo? Decerto segundo esta doutrina, ele foi um dos maiores pecadores para nascer pobre e morrer na miséria como um criminoso! que doutrina incoerente!...E as pessoas que se enriquecem da noite para o dia? Uma série de circunstancias podem influenciar a vida financeira das pessoas, até mesmo as condições geográficas dos paises. Não precisamos recorrer à reencarnação.

" Por que uns nascem doentes?
Este também tem sua explicação nos seguintes fatos: mães que não cuidam bem de sua gravidez tomando medicamentos sem controle médico. Como conseqüência os bebês que nasceriam saudáveis, nascem doentes. Relações sexuais entre pessoas que tem doenças venéreas produz cegueira nos filhos. Junte-se a isto as diferenças sanguíneas e outras. E os animais que nascem doentes? Eles também tiveram vidas passadas por nasceram desta maneira? Claro que não!
A resposta para o sofrimento é encontrada nesta vida sem precisar recorrer a vidas passadas.

COMO TUDO COMEÇOU

A Bíblia nos diz que nesta vida o que o homem plantar ele colherá (cf. Gl. 6:7). Quando Deus colocou o homem no jardim do Éden, havia uma vida abundante para todos, sem sofrimentos, sem dor, desigualdades ou doenças. Mas o Homem veio rejeitar a vida que Deus lhe ofereceu e escolher viver sua própria vida. Aí então começou o que a Bíblia chama de pecado. O pecado diz o apóstolo Paulo, passou para toda a humanidade e como sentença contra o pecado veio a morte.

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Pergunta: "A salvação é somente pela fé ou pela fé mais as obras?"



Hoje em dia ouvimos falar somente de fé, que a salvação é pela fé e não pelas obras, de fato, a salvação é pela fé em Jesus Cristo, pelo que Ele fez na cruz e não pelas nossas obras, porém, o Senhor nos deixou mandamentos, ou seja, coisas que devem ser seguidas por nós, que somo seguidores de Jesus, a bíblia diz:

Não vos maravilheis disto; porque vem a hora em que todos os que estão nos sepulcros ouvirão a sua voz. E os que fizeram o bem sairão para a ressurreição da vida; e os que fizeram o mal para a ressurreição da condenação. João 5:28,29

Deus é um Deus vinculado ao amor, ou seja, o amor é benigno, gira em torno do bem, conforme Paulo escreve em 1º Coríntios 13:4, e, Deus é amor (1° João 4:8).
Quando a bíblia fala para vencermos o mal com o bem, ela fala justamente, que, as nossas obras devem ser baseadas na justiça de Deus, dentro da Palavra de Deus, pois, não podemos simplesmente fazer as coisas e pensar que a fé é o suficiente para nos salvar-mos, pois, como Tiago diz: Porque, assim como o corpo sem o espírito está morto, a fé sem as obras é morta (Tiago 2:26).

Então, quando a bíblia diz que a salvação é pela fé e não pelas obras, ela está se referindo a justificação em Jesus Cristo, o qual nos livrou da Lei da Antiga Aliança, porém, não quer dizer que estamos isentos de atos, afinal, todo ser humano sabe o que é certo e o que é errado, o que lhe causa dor e lhe causa prazer, por isso, amigos, vamos ter sempre boas obras perante Deus, pois, está escrito:
Tens, porém, isto: que odeias as obras dos nicolaítas, as quais eu também odeio. Apocalipse 2:6
Conheço as tuas obras, que nem és frio nem quente; quem dera foras frio ou quente! Apocalipse 3:15


Eu conheço as tuas obras, e o teu amor, e o teu serviço, e a tua fé, e a tua paciência, e que as tuas últimas obras são mais do que as primeiras. Apocalipse 2:19
Lembra-te, pois, de onde caíste, e arrepende-te, e pratica as primeiras obras; quando não, brevemente a ti virei, e tirarei do seu lugar o teu castiçal, se não te arrependeres. Apocalipse 2:5
E ferirei de morte a seus filhos, e todas as igrejas saberão que eu sou aquele que sonda os rins e os corações. E darei a cada um de vós segundo as vossas obras. Apocalipse 2:23
Sê vigilante, e confirma os restantes, que estavam para morrer; porque não achei as tuas obras perfeitas diante de Deus. Apocalipse 3:2

Então, as nossas obras perante Deus conta sim, vale sim, receberemos o galardão de acordo com o que fazemos aqui, se maltratamos as pessoas, receberemos este galardão, lembre-se do que Jesus falou:Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus. Mateus 5:16

Guardai-vos de fazer a vossa esmola diante dos homens, para serdes vistos por eles; aliás, não tereis galardão junto de vosso Pai, que está nos céus. Mateus 6:1

Todas as coisas, pois, que vos disserem que observeis, observai-as e fazei-as; mas não procedais em conformidade com as suas obras, porque dizem e não fazem; Mateus 23:3
Quem recebe um profeta em qualidade de profeta, receberá galardão de profeta; e quem recebe um justo na qualidade de justo, receberá galardão de justo. Mateus 10:41

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Pergunta: "Qual é a visão cristã sobre os médiuns?"


Resposta:
A Bíblia fortemente condena a prática do espiritismo, da mediunidade, do ocultismo, da percepção extra-sensorial, etc. (Levítico 20:27; Deuteronômio 18:10-13).

Horóscopos, cartas de tarô, astrologia, cartomantes, leituras de mãos, comunicação com os mortos, etc. também estão incluídos nessas categorias.

Essas práticas se baseiam no conceito de que existem deuses, espíritos, ou entes queridos que já morreram que podem lhe dar conselhos e orientação. Esses “deuses” ou “espíritos” são demônios (2 Coríntios 11:14-15).

 A Bíblia não nos dá razão para acreditar que um ente querido que já morreu possa, ou mesmo irá querer contactar-nos. Se eles eram crentes, eles estão no Paraíso, aproveitando o lugar mais maravilhoso que se pode imaginar – em comunhão com um Deus de amor.
Então, se os nossos entes queridos não podem nos contactar, como os médiuns, etc. conseguem informações tão precisas? Diversos médiuns já foram “desmascarados”.

Já foi mostrado como um médium pode obter imensas quantidades de informações sobre uma pessoa através dos meios mais comuns. Às vezes, usando apenas um número de telefone obtido através de um identificador de chamadas e depois através de uma busca na internet, um médium pode obter nomes, endereços, datas de nascimento, datas de casamento, membros da família, etc. No entanto, é inegável que os médiuns algumas vezes sabem de coisas que deveriam ser impossíveis que eles soubessem.

De onde eles tiram essas informações? A resposta é – Satanás e seus demônios. 2 Coríntios 11:14-15 nos diz: “E não é de admirar, porque o próprio Satanás se transforma em anjo de luz. Não é muito, pois, que os seus próprios ministros se transformem em ministros de justiça; e o fim deles será conforme as suas obras”. Atos 16:16-18 descreve uma adivinhadora que previa o futuro até que o apóstolo Paulo expeliu um demônio dela.

Satanás finge ser gentil e disposto a ajudá-lo. Ele tenta aparecer como algo bom. Satanás e seus demônios darão a um médium as informações sobre uma pessoa, para atrair essa pessoa para o espiritismo – algo que Deus proíbe. Parece inocente a princípio, mas logo a pessoa se encontra viciada na mediunidade – permitindo que Satanás controle e destrua a sua vida. 1 Pedro 5:8 diz: “Sede sóbrios e vigilantes.

 O diabo, vosso adversário, anda em derredor, como leão que ruge procurando alguém para devorar”. Na maioria dos casos, os próprios médiuns é que são enganados, não conhecendo a verdadeira fonte da informação que eles recebem. Em qualquer caso, e qualquer que seja a fonte da informação – nada ligado ao espiritismo, à bruxaria, à astrologia, etc. é a intenção de Deus como meio para descobrirmos informações. Como Deus quer que nós possamos discernir a Sua vontade para as nossas vidas? Simples: (1) Estudando a Bíblia (2 Timóteo 3:16-17), (2) Orando por sabedoria (Tiago 1:5).

Pergunta: "O que diz a Bíblia a respeito do jogo? Jogar é pecado?"





Resposta:


Jogar pode ser definido como “arriscar dinheiro na tentativa de multiplicá-lo em algo que é contra as probabilidades”.

A Bíblia não condena o jogo especificamente, ou apostar, ou a loteria.

A Bíblia, entretanto, nos alerta para que fiquemos longe do amor ao dinheiro (I Timóteo 6:10; Hebreus 13:5).

As Escrituras também nos encorajam a que fiquemos longe das tentativas de “enriquecimento fácil” (Provérbios 13:11; 23:5; Eclesiastes 5:10).
Certamente o jogo gira em torno do amor ao dinheiro e inegavelmente tenta as pessoas com a promessa de riqueza fácil e rápida.

Qual o problema em jogar?

 O jogo é um assunto difícil, pois mesmo jogando com moderação e somente de vez em quando, é um desperdício de dinheiro, mas não necessariamente algo ligado ao “mal”.

As pessoas desperdiçam dinheiro em todo o tipo de atividades.

Jogar é desperdiçar dinheiro tanto quanto ver um filme (em muitos casos), gastar em uma refeição desnecessariamente cara ou comprar algo de que não precisamos.

Ao mesmo tempo, o fato de se desperdiçar dinheiro em outras coisas não justifica que joguemos.

 Não deveríamos desperdiçar dinheiro. Devemos poupar o dinheiro que sobrar para necessidades futuras, ou ofertá-lo para a obra do Senhor, e não gastá-lo em jogo.

O jogo na Bíblia:

Apesar da Bíblia não mencionar o jogo (apostas) de maneira explícita, a Bíblia menciona jogos de “azar”. Como exemplo, em Levítico, Arão lançou sortes sobre dois bodes: uma pelo Senhor e outra por Azazel.
Josué lançou sorte para determinar a porção de terra para várias tribos.
Neemias lançou sorte para determinar quem viveria ou não dentro das muralhas de Jerusalém.

Os apóstolos lançaram sorte para determinar o substituto de Judas. Provérbios 16:33 diz: “A sorte se lança no regaço, mas do Senhor procede toda a determinação.” Em nenhum lugar da Bíblia, jogar ou o “jogo de azar” é usado para diversão ou apresentado como prática aceitável para os seguidores de Deus.

Cassinos e loterias:

Os cassinos usam todo o tipo de estratégia de marketing para atrair o jogador, para que arrisque todo o dinheiro que puder. Freqüentemente oferecem bebidas a preços baixos ou mesmo de graça, levando os freqüentadores à embriaguez, para que diminuam sua capacidade de tomar decisões sensatas.

Tudo em um cassino é perfeitamente engendrado para tomar o dinheiro em grandes quantidades sem nada oferecer em troca, exceto prazer vazio e fugaz. As loterias tentam passar a imagem de que ajudam a sustentar a educação e programas sociais. Entretanto, estudos mostram que os que jogam na loteria geralmente são aqueles que menos têm dinheiro para gastar nos bilhetes. O apelo do “enriquecimento rápido” é uma tentação forte demais, e aqueles que estão desesperados acabam não resistindo.
 As chances de levar o prêmio são infinitesimais, o que resulta em ruína para muitas vidas.

Por que o dinheiro ganho na loteria não agrada a Deus?

 Muitos afirmam estar jogando na loteria ou fazendo apostas para que possam ofertar o dinheiro à igreja, ou outra boa causa qualquer.

Talvez seja um bom motivo, mas na verdade, poucos usam o dinheiro vindo do jogo para propósitos divinos. Estudos mostram que, alguns anos depois de tirar a “sorte grande”, a vasta maioria dos ganhadores da loteria acaba em uma situação financeira ainda pior do que antes.

 Poucos são os que na verdade dão o dinheiro para uma boa causa, se é que alguém realmente o faz. Além disso, Deus não precisa de nosso dinheiro para subsidiar Sua missão na terra. Provérbios 13:11 diz: “A riqueza de procedência vã diminuirá, mas quem a ajunta com o próprio trabalho a aumentará.” Deus é soberano e proverá pelas necessidades da igreja por caminhos honestos. Deus seria honrado se recebesse doações de dinheiro proveniente de drogas, ou dinheiro de assaltos? Deus não precisa e nem quer dinheiro “roubado” dos pobres devido à tentação pelas riquezas.

I Timóteo 6:10 nos diz: “Porque o amor ao dinheiro é a raiz de toda a espécie de males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé, e se traspassaram a si mesmos com muitas dores.” Hebreus 13:5 declara: “Sejam vossos costumes sem avareza, contentando-vos com o que tendes; porque ele (Deus) disse: Não te deixarei, nem te desampararei.” Mateus 6:24 proclama: “Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de odiar a um e amar o outro, ou há de dedicar-se a um e desprezar o outro. Não podeis servir a Deus e às riquezas.”